A importância da conjunção adversativa – “mas” – na oração de Jesus

Data publicação 31/01/2026

A importância da conjunção adversativa – “mas” – na oração de Jesus.

Jesus orou assim: Pai, se queres, passa de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc. 22:42).

No Jardim do Getsêmani, Jesus exemplificou a entrega total ao orar: "Não seja feita a minha vontade, mas a tua" (Lucas 22:42).

Diante da agonia da cruz, Ele confiou no plano do Pai, convidando os seus discípulos  a trazerem seus próprios medos a Deus e a encontrarem força e conforto na submissão à vontade do Pai.

No Getsêmani, Jesus sentiu todo o peso das emoções humanas — tristeza, dor, temor, angústia e aflição — mas não permitiu que elas ditassem suas ações e escrevessem o seu destino.

Ele revelou e trouxe sua humanidade despida de maquiagens e máscaras, na mais genuína honestidade e expressão  ao Pai e a nós, seus discípulos.

O ponto crucial de sua oração é a conjunção adversativa "mas", que conecta duas ideias contrastantes, contraditórias e opostas: o desejo de Jesus, o homem, de evitar o sofrimento e a sua missão divina de cumprir a vontade do Pai.

Assim como Jesus, somos convidados a levar nossos fardos, nossas lutas, nossos dilemas a Deus. O objetivo final da oração é alinhar nossos corações com o propósito de Deus, nosso Criador e Pai.

A verdadeira paz, muitas vezes, surge da difícil e consciente decisão de confiar no plano de Deus, mesmo quando isso contraria o nosso plano e envolve sofrimento, dor e lágrimas.

Quando você estiver enfrentando momentos difíceis, entregue, em oração, sua vontade nas mãos de Deus. Confie no Seu plano. Ore como o nosso Salvador e Mestre Jesus: "Pai, não seja feita a minha vontade, mas a Tua". Amém.

Pastor Washington Roberto Nascimento.