A adoração a Deus

Data publicação 05/08/2019

A adoração a Deus

A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo (Sl. 42:2).

A adoração a Deus acontece em nosso ser interior quando reconhecemos a nossa necessidade, que no texto do salmista é apresentada como sede. Uma sede que só pode ser saciada plenamente pela única fonte: Deus, que um dia revelou a Sua face na pessoa de seu Filho Jesus.

A adoração nasce do conhecimento que adquirimos do Eterno como fonte de salvação, como água viva, que se revela a nós e nos alcnça em nossa peregrinação no deserto. Água que vem de uma Rocha única e capaz de mitigar a nossa sede. Tal conhecimento  toma lugar em nossa experiência por meio de Sua Palavra, de Seu Filho e de Seu Espírito (I Co. 10:4; Ef. 5:18-21; Cl. 3:16-17).

A adoração ao Senhor não acontece com sacrifícios e holocaustos. As músicas e instrumentos afinados não são em si mesmos adoração. A adoração é antes de tudo e acima de tudo produto de um coração arrependido que corre para Deus com suas mãos estendidas e suplicantes por misericórdia, graça e justiça (Sl. 51:16-17; Jr. 9:23-24; Am. 5:21-24).

A adoração acontece quando tomamos consciência de nossa falência. Estamos cansados de nossa caminhada debaixo do sol. Nossos poços estão secos. Estamos desfalecidos. Diante do Grande Eu Sou, da Fonte d´água viva, estendemos as nossas mãos com os nossos cântaros vazios (Jo. 4:10-24). É neste encontro que acontece a adoração em Espírito e em Verdade. É quando confessamos: Temos sede. É quando suplicamos humildemente: Dá-nos de beber. Então, a água que ele nos dá faz nascer dentro de nós um rio de água viva que jorra, dia e noite, em qualquer tempo ou lugar que estejamos. Em sintese, uma adoração que se traduz em alegria e choro, serviço e descanso, louvor, gratidão, renovação, contentamento e sentido para nosso viver.

Pastor Washington Roberto Nascimento.