O semeador, a semente e os solos

Data publicação 17/02/2022

O objetivo e o propósito e a evidência da verdadeira salvação

Pastor Washington Roberto Nascimento

Mateus 13:1-23; 4:1-20; Lucas 8:1-15

A parábola do semeador é uma das poucas parábolas no Novo Testamento que nós encontramos nos três evangelhos: Mateus, Marcos e Lucas.

Em Mateus 13:3 ocorre pela primeira vez a palavra: parábola, neste Evangelho.

Esta parábola é conhecida como a parábola do semeador, da semente e dos solos.

Parábola – παραβολή – (verbo: παραβάλλω) - é um tipo de literatura abundante no Novo Testamento, mas que também podemos encontrar no Antigo Testamento (Jz. 9:7-21; II Sm. 12:1-7; Is. 5:1-7; Jr. 1:11-14; Ez. 17:2-10; 19:2-9; 24:3-5; etc ).

A parábola é uma comparação, uma analogia, uma história rica em metáforas que visa lançar luz sobre as lições que se pretende ensinar.  São histórias do dia a dia das pessoas.

Parábola - παραβολή - vem da preposição: παρά – que significa: perto, do lado de; e do verbo: βάλλω: lançar, colocar.  Assim sendo, a parábola é um recurso didático, é um história, uma ilustração que se coloca do lado de uma ideia, um ensino, uma lição que se quer ensinar. 

Para as pessoas que têm seus corações ou mentes, dominadas por espíritos malignos, pelo diado, por satanás, ou pelos valores deste mundo caído, ou por atitudes egoistas, carnais, as lições das parábolas não são aprendidas. Mas para as pessoas que estão abertas com seus corações e mentes para Deus, então, as lições das parábolas são aprendidas.

As parábolas esclarecem coisas a respeito do Reino de Deus, do Reino dos Céus, e as pessoas não apenas são instruídas pela palavra ensinada, mas as pessoas são desafiadas a darem uma resposta para Deus diante daquilo que aprenderam.

A parábola é uma história que vai sendo contada, que está ouvindo percebe que se trata de algo familiar, mas no meio da história algo crucial, dramático acontece e que surpreende e toca o ouvinte e o desafia a uma tomada de posição.

Esta é uma parábola que o próprio Senhor Jesus Cristo ensina e interpreta. E Jesus nos ensina que nesta parábola cada coisa tem um significado. Jesus antecipa a explicação da parábola citando Isaías 6. O profeta Isaías foi chamado e enviado por Deus para pregar (Is. 6:8), mas o povo tem um coração insensível. O povo tem olhos, mas eles não veem; eles têm ouvidos, mas não escutam (Is. 6:9). O profeta, então, quer saber de Deus, até quanto ele pregará para um povo assim, insensível (Is. 6:11).

Deus responde para o profeta Isaías que isso será assim até que suas cidades sejam destruídas e seus habitantes sejam espalhados. Parece que a ideia é: eles só ouvirão depois de sofrerem. A situação do povo de Deus é descrita por Isaías de maneira dramática e triste: Este povo honra-me com seus lábios, mas seu coração está longe de mim. Eles me honram apenas com mandamentos de homem (Is. 29:13).

Esta é uma parábola pungente, tocante, provocativa, real, profunda. Nela nós aprendemos, com Jesus, como as pessoas respondem de diferente maneira a pregação do Evangelho do reino de Deus e as razões de tais respostas.

I – A semente

Não havia diferença entre uma semente e outra. A semente era igual, era uma só.  De acordo com Jesus, a semente é a Palavra de Deus (Mt. 13:18; Mc. 4:14; Lc. 8:11). Nós não temos nesta parábola quatro tipos de semente. Apenas uma semente: A Palavra de Deus, o Evangelho do Reino de Deus, Jesus Cristo.

A semente é Jesus. Jesus é a Palavra de Deus, é aquilo que vem de Deus e pertence a Deus e revela Deus, seu amor e seu plano de redenção mais do que qualquer outro personagem da Bíblia: mais do que Adão, Noé, Abraão, Moisés, Samuel, Davi, Elias, Eliseu, Isaías ou qualquer outro profeta ou personagem do Antigo Testamento.

II – Os solos

Os solos eram arados e preparados nas vilas de Israel no tempo de Jesus. E o semeador, com as sementes em um grande bolso em sua roupa como de um avental, ia andando e lançando as sementes no solo arado, sem conhecer cada solo onde a semente caia. Todos, em termos gerais, que estavam ouvindo Jesus, conheciam o assunto sobre o que ele falava.

II.1. O primeiro solo – Jesus disse que esse solo é de um coração à beira do caminho (Mt. 13:19; Mc. 4:15; Lc. 8:12). Trata-se de uma pessoa que ouve a Palavra do Reino de Deus, mas não a compreende. A pessoa não compreende por razões morais e volitivas e não intelctuais.

Jesus disse que o maligno arrebata, tira a semente, a palavra que foi semeada no coração (- πονηρός – maligno - Mt. 13:19; - Σατανᾶς, - adversário - Mc. 4:14; - διάβολος – o acusador, o mentiroso - Lc. 8:12). A palavra coração aqui deve ser entendida no sentido amplo, como sede das emoções, do intelecto e da vontade. 

Este ensino de Jesus faz-nos lembrar o texto de II Coríntios 4:4 - O deus deste mundo cegou o entendimento de várias pessoas para não compreenderem, entenderem e aceitarem o Evangelho do Reino de Deus, não aceitarem, crerem em Jesus como o Filho de Deus, a boa nova dos Céus.

O que Jesus está ensinando é que, podemos levar a semente, pregar que Deus ama a pessoa, que Jesus pagou na cruz o preço de seus pecados, que se ela crer em Jesus como o Salvador, o Senhor, o Mestre que a ama como ninguém mais poderia amar, ela terá perdão, terá paz, amor, a luz de Deus, de seus ensinos, não terá medo do sofrimento, da morte, e terá uma razão para viver: Jesus, o amor de Deus, que a pessoa agora vai espalhar, compartilhar para todo o mundo, mas a pessoa ouve tudo isso e no final diz: não, eu não creio, eu não quero isso para minha vida, eu não preciso disso. É sobre isso que Jesus está falando.

II.2. O segundo solo – Jesus disse que é um solo rochoso, um coração com pedras (Mt. 13:20; Mc. 4:16; Lc. 8:13). Trata-se de uma pessoa que ouve a palavra e a recebe com alegria, mas é de pouca duração, pois a angústia, a perseguição faz com que a pessoa abandone a Palavra que é Jesus. A princípio, podemos ver um contraste entre o primeiro solo e o segundo. A primeira nem chega a receber a Palavra por causa da ação rápida do maligno. A segunda pessoa recebe a palavra imediatamente e com alegria. Mas é tudo passageiro, efêmero. 

A primeira palavra para explicar a razão do abandono da fé é: A palavra grega - θλῖψις – que tem o sentido de tribulação, perseguição, aflição, angústia, especialmente a pressão interna que faz com que alguém se sinta confinado, restrito, sem opções de escape.

A segunda palavra no texto bíblico para explicar o abandono da fé é – διωγμός – que tem o sentido de perseguição, hostilidade.

Por causa da angústia a pessoa abandona, despreza a Palavra. A angústia pode ser física, pode ser existencial, intelectual, pois vivemos em mundo caído, complexo, com sofrimento. Então, se a pessoa não tiver raízes profundas, a pessoa acaba abandonando a Palavra, Jesus, por causa das aflições, angústias físicas, mentais, intelectuais, emocionais.

Jesus ensina em João 8:31 que nós precisamos crer e permanecer nele. Aquele que não permanece na fé em Jesus Cristo quando a angústia, a aflição chega, então, essa fé não é a fé salvadora, essa pessoa é como aquele solo pedregoso, a semente, a Palavra de Deus, não penetrou no ser interior dessa pessoa, não há raiz profunda. Jesus falou isso para judeus que eram orgulhos de sua ascendência judaica, esse orgulho religioso, judaizante, moralista, nacionalista, radical, ritualista, etc (Jo. 8:31-59). Essas pessoas, esses judeus, que criam em Jesus (Jo. 8:31), no final da conversa com Jesus, pegaram em pedras para mata-lo (Jo. 8:59). Há muito fazendo assim ainda hoje. Começam dizendo que creem em Jesus, têm alegria, mas depois de um certo tempo, abandonam Jesus, pegam em pedras e matam Jesus com suas palavras e vida. Tudo isso nos lembra o que o apóstolo João ensinou em I João 2:19: Eles saíram do nosso meio, entretanto, não eram dos nossos. Mas, ao saírem do meio de nós, eles se revelaram quem eles são.

II.3. O terceiro solo – Jesus disse que é um coração que tem espinhos (Mt. 13:22; Mc. 4:18; Lc. 8:14). Jesus, aqui, está falando das pessoas que ouvem a Palavra, mas os cuidados deste mundo, a fascinação das riquezas sufoca a Palavra e não dá fruto. É fácil ser seduzido, envolvido pelas coisas deste mundo, pela agenda deste mundo. O deus deste mundo tem cegado o entendimento de muitos que têm ouvido a Palavra de Deus para que não vejam a luz do Evangelho (II Co. 4:3-4).

II.4. O quarto solo - Jesus disse que se trata de um bom solo, uma boa terra, um bom coração (Mt. 13:23; Mc. 4:20; 8:15). Jesus está falando de pessoas que: 1. Ouvem a Palavra com uma atitude correta, com interesse, boa vontade, humildade; 2. Recebem a Palavra, isto é, creem na Palavra de Deus, no Evangelho do Reino, em Jesus Cristo; 3. Dão frutos mesmo debaixo da perseguição, da aflição, do sofrimento, isto é, são perseverantes. Não existe no Novo Testamento o ensino de que há salvação sem perseverança (Mt. 24:13; Mc. 13:13; I Tm. 4:16; Tg. 1:25; II Jo. 1:9; Ap. 2:10).

Jesus ao falar deste solo que recebe a palavra e dá frutos, ele nos ensina que o crente em Cristo Jesus tem características, marcas visíveis, duradouras. Ele brilha a luz de Cristo seja dia ou noite, seja na saúde ou na enfermidade, seja em tempo de vacas magras ou gordas, em tempo de paz ou guerra, no templo e em casa, na escola ou no trabalho, no trânsito ou no campo, em todo o tempo e em todos os lugares. Em Lucas 8:15, Jesus disse que aquele que recebe a Palavra de bom coração, retem a Palavra e dá frutos com perseverança. Não há salvação no ensino Bíblico sem perseverança.

A vida cristã que começa com arrependimento e fé, precisa prosseguir até o fim com arrependimento e fé todos os dias e o dia todo.

A vida cristã que começa com a semente do Evangelho do Reino de Deus precisa germinar e se transformar em frutos do Evangelho do Reino de Deus. Todos os dias eu preciso desta semente, a Palavra de Deus plantada em meu coração através do estudo da Palavra de Deus em minha vida particular e através da participação dos cultos na Casa de Deus para que possa ser instruído.

A germinação da semente, da Palavra de Deus, não é ainda a salvação. Infelizmente temos muitos abortos de acordo com o ensino desta parábola. A germinação, a fecundação da semente, demanda cuidado para o nascimento da nova criatura em Cristo Jesus.

As marcas da salvação não são a altura do grito, o corte de cabeço, quanto alto se pula, mas a nossa semelhança com Jesus Cristo.

A base e o alvo de nossa salvação são Jesus Cristo. Somos salvos por ele e para ele, para sermos transformados, diariamente, a sua imagem e semelhança, para alcançarmos a sua estatura (Ef. 4:13).

Deus espera que você e eu, os seus filhos aqui na terra, se tornem voluntários servos dele a semelhança de Seu Filho Jesus Cristo, para semearmos a Semente, a Palavra do Reino de Deus.

Jesus disse que uns produziram cem, outros sessenta e outros trinta. Não importante a quantidade. O que interessa aqui não é a quantidade, mas a qualidade. Produzir fruto do Espírito.

Jesus nos ensina com este quarto solo que não basta dizer SIM para ele uma vez, precisamos dizer SIM para ele todos os dias. Não basta começa a carreira, precisamos terminar a carreira.

Precisamos não apenas de um momento com Cristo, mas de uma vida com Cristo, 7 dias na semana, 24 horas por dia.

III – O semeador

Não havia diferença no semeador. Não temos quatro solos e quatro semeadores. Temos apenas um semeador. O semeador aponta para Jesus ou para o discípulo de Jesus, o crente em Jesus, a Igreja de Jesus. Ele, Jesus, se faz presente na vida de sua Igreja ou de seu discípulo quando este sai a semear. O discípulo de Jesus semear em todo o tempo e em todo o lugar.  

IV – Os ouvintes da parábola

Os ouvintes da parábola de Jesus eram os apóstolos e as pessoas em geral. Os apóstolos, eram lentos para compreender a história, sua interpretação e aplicação (Mc. 4:13). As pessoas em geral eram, também, lentas para entenderem a mensagem de Jesus.

Os ouvintes da parábola encontram-se retratados na parábola, eles são os solos. Nas parábolas somos convidados a tomar um posição. Nós não apenas ouvimos a história, mas nós a interpelamos, nós dialogamos com ela. Nós não apenas lemos a história, nós permitimos que ela faça a leitura de nossa vida para que descobramos qual é o nosso personagem na história. 

Conclusão:

Jesus está falando de 4 tipos de pessoas nesta parábola:

A primeira pessoa não entende a Palavra falada. Ela não tem simpatia pela Palavra, pelo Evangelho, pelo Reino de Deus, pela Igreja de Cristo, não tem sensibilidade para com a Palavra de Deus, não encontra despertada dentro de si nenhuma resposta. Este é o homem cujo estado receptivo não significa nada, seu interesse é zero. O maligno tirou a palavra de seu coração com o seu consentimento, é claro.

A segunda pessoa recebe com alegria a Palavra. Mas é uma alegria insípida e superficial. Não dura, não cresce; sua própria raiz murcha.

A terceira pessoa não tem espaço em sua vida, não tem tempo, não tem energia para o Reino de Deus, as coisas de valor eterno, riqueza imortal, a santidade, mas só para os cuidados deste mundo, e o engano sedutor das riquezas, e os desejos da carne.

A quarta pessoa é aquela cujo coração é terra boa. A semente de inestimável e bondade, agora, finalmente, encontrou sua terra apropriada.

Nós não sabemos em que terreno a semente, a Palavra de Deus vai prosperar, por isso precisamos pregar a todas as pessoas, em todos os lugares, em todo o tempo.

Há algo importante que precisamos considerar com base nesta parábola, neste ensino de Jesus. Nós, como Igreja de Cristo, como crentes em Jesus, precisamos não apenas evangelizar, semear a Palavra; precisamos, também, discipular, cuidar dos solos, das pessoas que receberam a Palavra.

A Igreja de Jesus, os crentes em Jesus, precisam não apenas evangelizar, semear a Palavra, precisamos discipular, cuidar dos solos, das pessoas que receberam a Palavra.

Falar, pregar, não basta. Ouvir o Evangelho não basta. Precisamos fazer mais e precisamos ensinar a pessoa que ouve a mensagem que ela, também, precisa fazer mais do que ouvir e receber a Palavra. 

Quando evangelizamos, semeamos a Palavra, mas não cuidamos dos solos, das pessoas, como instruções, orientações, orações, acompanhamento; corremos o risco do aborto. Há a fecundação da semente, mas o maligno, o diabo, satanás, as pedras, os espinhos, os cuidados desta vida, as aflições, a sedução deste mundo, promovem o aborto desta nova vida que estava em gestação.

Nós não sabemos tudo que está em nosso coração, em nosso interior, em nosso ser espiritual, mas Jesus sabe. E ele nos ensina nesta parábola como precisamos tomar cuidado com a semente que é lançada no solo. É importante que ela seja bem plantada e cuidada no solo do nosso ser interior, de nosso coração.

Nós não negamos que a salvação é gratuita (Rm. 3:24; Ef. 2:8 e 9). Mas a salvação na Bíblia não é apenas um bilhete para a entrada no céu, para uma vida na eternidade.

A evangelização é uma prioridade na vida da Igreja, na vida de cada crente e a mesma coisa deve ser o discipulado, o acompanhamento do novo crente, o cuidado com essa nova vida, com esse bebê espiritual. A evangelização e o discipulado devem alcançar a todos e a cada um indistintamente.

Nós não precisamos e nem devemos esperar o culto de domingo ou meio da semana para evangelizarmos e discipularmos, isto é, cuidar do novo crente, do novo solo onde a semente germinou.

A evangelização e o discipulado não vivem separados, mas juntos. Uma coisa acontece ao longo da outra.

Esta parábola de Jesus nos ensina que a verdadeira salvação tem características observáveis, visíveis. O objetivo da salvação é mais do que um bilhete para a entrada no céu. A salvação é algo que começa no tempo e se estende por toda a eternidade. A salvação é algo que começa na terra e se estende no céu. A salvação é algo que começa nesta vida e se estende depois da morte. A salvação não é algo que começa depois da morte; a salvação não é algo que começa no céu; a salvação não é algo que começa na eternidade. A salvação alcança o nosso passado, presente e futuro.

Somos salvos por Cristo para andarmos em novidade de vida, como uma nova criatura.

Cada um de nós, e não apenas o pastor ou o missionário, faz parte do plano de Deus para a salvação do mundo, do Brasil, do nosso estado, de nossa cidade, de nosso bairro, de nossa casa, de nosso vizinho; e precisamos trabalhar neste sentido 24 horas por dia, 7 dias na semana. Se isso não for verdade, o Novo Testamento é mentira. A obra de “salvação” que a Igreja proclama, ensina, realiza precisa ser algo diário, 7 dias na semana e 24 horas por dia.

Há crentes que querem apenas ouvir nos cultos que somos maravilhosos. Qualquer coisa diferente disso nos aborrece. chegamos à conclusão que o pregador é radical quando ele sugere que o crente não pode ser um camaleão: mudar a cor, mudar a fala no serviço, no jogo, na rua, em casa e na igreja. Isto é, sua fala e gesto na Igreja são diferentes da fala e gesto em outros lugares.

Os crentes, antigos e novos, precisam saber que a Salvação é um presente de Deus através da obra de Seu filho Jesus Cristo. É pela graça que somos salvos por meio da fé. Porém, depois que recebemos a salvação, Jesus Cristo, essa decisão custa, para nós, tudo o que somos e temos. Aquele que não tomar a Cruz e não negar a si mesmo não pode é discípulo de Jesus, não entendeu o que significa seguir a Cristo.

Nós, os crentes, somos o único Cristo que muitas pessoas poderão conhecer. Nós somos a única Bíblia que muitas pessoas poderão ler. Nós somos a voz, as mãos, os pés de Cristo Jesus no mundo, para as pessoas. Temos uma chamada para a salvação e para o discipulado. Trata-se de uma chamada que tem uma dupla dimensão.

Vamos semear a Palavra e cuidar dos solos onde ela germinar para a honra e glória de Deus e de Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.

Que parábola extraordinária! Que ensino Jesus nos transmite aqui sobre a Semente, a Palavra do Evangelho do Reino de Deus!

Jesus disse que feliz é aquele cujos olhos veem e cujos ouvidos escutam (Mt. 13:16).

Pastor Washington Roberto Nascimento.